Dragão Barbudo
Dragão barbudo
O Dragão barbudo é também uma espécie nativa das florestas da Austrália. Possui inúmeros picos apêndices salientes da pele em torno da sua cabeça, e podem inflar uma bolsa sob o seu queixo para tornar-se olhar mais ameaçador. Possui inúmeros picos apêndices salientes da pele em torno da sua cabeça, e podem inflar uma bolsa sob o seu Queixo para tornar-se olhar mais ameaçador. O barbudo dragão pode mudar tonalidades de cor, da luz ao escuro, para refletir determinados estados emocionais ou para ajudar a regular a sua temperatura corporal. O barbudo Dragão pode mudar tonalidades de cor, da luz ao escuro, para refletir determinados estados emocionais ou para ajudar uma regular a sua temperatura corporal. Tal como o dragão franzido, também pode-se na sua retaguarda patas traseiras e fugir. Tal como o Dragão franzido, também pode-se na sua retaguarda patas traseiras e fugir.
Dragão voador
Dragão voador
O Dragão voador do Sudeste Asiático são pequenos Lagartos que podem deslizar entre as árvores usando asa-como dobras de pele. Eles podem crescer até um máximo de 7 polegadas e comem principalmente formigas e outros pequenos insetos. Eles podem crescer até um máximo de 7 polegadas e COMEM principalmente formigas e outros pequenos insetos. Suas asas são apoiados por cinco a sete costelas que se estendem a partir de seus corpos, e eles podem deslizar para distâncias de até 30 pés. Suas asas são apoiados por cinco um sete costelas que se estendem a partir de seus corpos, e eles podem deslizar para distâncias de até 30 pés. As asas são frequentemente brilhantemente coloridas e padronizada com listras e pontos, mas eles podem dobrar suas asas e mistura em seus arredores, quando eles querem manter-se discreto. As asas são freqüentemente brilhantemente coloridas e padronizada com listras e pontos, mas eles podem dobrar suas asas e mistura em seus Arredores, quando eles querem manter-se discreto.
Dragões-de-komodo
Dragões-de-komodo representam ameaça a moradores na Indonésia
Vizinhos de parque dizem que falta de alimento deixa répteis agressivos.
Animais atacam com mordida forte e veneno que pode ser fatal.
Os dragões-de-komodo têm dentes afiados e um veneno que pode matar uma pessoa horas depois do ataque. Mesmo assim, moradores de vilas na Indonésia, que conviveram por gerações com o maior lagarto do mundo, nunca tiveram medo – até que os dragões começaram a atacar.
Nas ilhas tropicais no sudeste da Indonésia, onde os répteis em extinção ainda podem ser encontrados no habitat natural, as histórias se espalham rapidamente: duas pessoas foram mortas desde 2007 – um garoto e um pescador – e outras ficaram gravemente feridas.
Os ataques dos dragões-de-komodo ainda são raros, mas o medo vem se espalhando pelas vilas de pescadores.
Atrocidade no Canadá
Acabei de ver no Jornal Hoje, da rede Globo, algo que arrepia, que horroriza e que estampa o perfil da raça humana. Dá vergonha tamanha brutalidade. Realmente estou enojada e descrente há muito, porém a covardia com uma espécie que não pode se defender, é demais. Por mais que se fale e que se lute em defesa dos animais, nada se iguala à fúria do ser humano na sua loucura mais profunda. Postar algumas fotos, na verdade, dispensariam palavras, porém resolvi não colocar as mais violentas por respeito aos que vêm no meu blog à procura de algo mais leve.
Está aberta a caça anual às focas (Canadá), segundo a entidade PETA. Estima-se que cerca de 300.000 delas serão mortas. A única parte da foca utilizada é a sua pele, pois não há mercado para a carne. A preferência é por filhotes de até 3 meses. Muitos ainda não aprenderam a nadar ou mesmo fizeram a primeira refeição. No Canadá é legal matar filhotes de focas após 12 dias de vida.
Ao contrário do que a maioria das pessoas pensa, morrem hoje mais focas do que o número total registrado ao longo de meio século. Em verdade, nos últimos três anos, o governo desse país de 1º mundo, permitiu que aproximadamente um milhão de focas bebês fossem brutalmente assassinadas à pauladas. A maioria das focas mortas, nos últimos 5 anos, tinha menos de um mês de idade.

A maioria dos caçadores esfola as focas sem sequer verificar se as mesmas estão, de fato, mortas. Estudos realizados mostram fortes indícios de que, no mínimo, 42% dos casos as focas foram esfoladas vivas. Existem, ainda, registros de outras atrocidades, como focas ainda conscientes, serem esfaqueadas com arpões e arrastadas pelo gelo, feridas e largadas para morrer nas pilhas de carcaças.

Mesmo diante do quadro crítico criado pelo efeito estufa, as autoridades canadenses declaram que as focas são um recurso abundante e que o número de animais sentenciados à morte caracteriza uma cota de precaução. Há um desequilíbrio ambiental causado pela quase-extinção dos predadores naturais das focas, os ursos polares, mortos por afogamento em conseqüência do degelo da camada polar, assunto não mencionado pelo Departamento de Pesca e Oceanos Canadense. Com isso, as focas se reproduzem descontroladamente e atinge a população de bacalhau, principal fonte da indústria pesqueira canadense.
Essa linha de pensamento é falha porque não leva em conta a capacidade da natureza de se auto-equilibrar, o que faz com que, após uma alta de população, logo em seguida venha uma baixa, justamente pela falta de alimento, como defende o biólogo Marcelo Szpilman, diretor do Instituto Ecológico Aqualung. Mesmo assim, esta tem sido a justificativa do governo canadense para realizar o morticínio mesmo diante dos contínuos protestos mundiais contra a matança.
Sabemos, no entanto, que quando algo envolve dinheiro aparecem justificativas horrendas e tudo o mais vira vendaval…
O CANADÁ… sim Senhor! Passar por essa vergonha por tão pouco…
Paro aqui, indignado.





























