Archive for the 'Turismo' Category


Sul da Bahia - Confira os melhores lugares para você se hospedar

Sul da Bahia

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Confira os melhores lugares para você se hospedar no Sul da Bahia

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Trancoso
Uxuá
Quadrado, telefone: 3668-2277,A grande novidade do verão abrirá em 20 de dezembro. O dono é o diretor de criação da grife Diesel, Wilbert Das. A modesta entrada no Quadrado esconde nove bangalôs requintadíssimos, com metragem que varia de 90 metros quadrados a 300 metros quadrados.
Hotel da Praça
Quadrado, telefone: 3668-2121, A mais tradicional pousada do vilarejo continua ótima. Serviço de primeira, decoração esmerada e um bom restaurante - aberto a não-hóspedes. Não bastasse isso, os proprietários, Helaine Tissiani e Raul de Albuquerque, são admiráveis anfitriões.
Estrela d’Água
Estrada Arraial d’Ajuda-Trancoso, s/n. º, telefone: 36681030, Já foi a casa de Gal Costa. Agora pousada associada do Roteiros de Charme. Grande, esparramada em um amplo terreno, tem 28 apartamentos - cinco com piscina. Pé-na-areia e conta com refinada barraca de praia.
Espelho
Pousada do Outeiro
Telefone: 3668-5044, A maior, melhor e mais bem localizada das quatro pousadas erguidas no Outeiro das Brisas, no alto das falésias, com arrebatadora vista da praia. Acena com quartos muito confortáveis e uma piscina construída em um mirante.
Casa de Joana Vieira
Telefone: 3668-2121Não é um hotel. E uma casa de 160 metros quadrados (com um único quarto), de Joana, artista plástica.
Caraíva
Cores do MarTelefone: 3668-5090,Não tem luxo (e quem tem luxo em Caraíva?), mas oferece cara para o mar e um ambiente com descontração na medida certa. Alguns dos oito apês não contam com ar-condicionado. Só ventilador de teto.

Posted on 21st December 2008
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Sul da Bahia - Os melhores passeios estão no Sul da Bahia

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Sul da Bahia

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Os melhores passeios estão no Sul da Bahia

Os melhores passeios estão no Sul da BahiaDescubra o que o Bahia tem a oferecer de mais original em passeios turísticos
Todos os vilarejos e cidades oferecem passeios de barco. Cá entre nós: em mar aberto, não são aconselháveis no verão, época em que entra um vento nordeste muito forte, comprometendo a navegação no momento de voltar para a costa. Melhor fazer os passeios nos rios. Ou, então, jornadas de bicicleta, em Trancoso. Em Caraíva, há a possibilidade de ir a Corumbau por dentro da reserva indígena, em buggies para quatro pessoas, dirigidos pelos próprios índios, incluindo visita a aldeia deles.
Em Cumuruxatiba, um dos grandes programas é o vôo panorâmico de parapente . Ou caminhar pelas praias ao norte (incluindo Barra do Cahy). Além da praia, o grande espaço democrático de Trancoso é o São Brás. Nessa casa noturna, a gatinha paulistana dos Jardins dança com o pescador nativo. Tem forró todas às sextas-feiras, oferta que aumenta na alta temporada.

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A pacatíssima Praia do Espelho também tem o seu auê. Todas às sextas-feiras rola o Forró do Borróia, montado na casa do tal Borróia, pescador. O mesmo ritmo mantém a hegemonia em Caraíva. Na Rua dos Navegantes funcionam, em dias alternados, o Forró do Pelé e o do Ouriço - slogan: “o cafofo do remelexo”.

Posted on 21st December 2008
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Sul da Bahia - Cumuruxatiba -Maria Escandalosa agradece as fofoqueiras

Sul da Bahia

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Maria Escandalosa agradece as fofoqueiras
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O restaurante Maria Escandalosa disponibiliza apenas de cinco mesas que são sempre muito concorridas.
As línguas virulentas começam a matraquear quando Lene Doolin deixa seu isolado restaurante, a 35 quilômetros de Cumuruxatiba, e, montada sobre a égua Penépole, cavalga pelas ruas do povoado. Poderosíssima! Sempre foi assim desde que esta bonita baiana abriu a casa, há três anos. Se as fofoqueiras procuravam uma vítima, acharam sem dificuldade. Afinal, em seus passeios por Cumuru, Lene costuma usar um figurino pouco discreto. Tanto seus chapéus quanto decotes são do tamanho de seu sorriso e de seu bom humor. Ou seja, generosos.
Se as fofoqueiras denigrem, os comensais exaltam. Cozinheira de primeira, Lene tornou-se um sucesso. As receitas aprendidas com a mãe, ela agregou temperos que conheceu em suas andanças européias. O resultado é o restaurante Maria Escandalosa. São só cinco mesas, sempre muito concorridas por isso, a casa exige que se faça reserva. Lene faz questão de receber pessoalmente os fregueses. Ato contínuo, pode preparar um pato ao molho de maracujá especialíssimo, além de outros pratos de nomes tentadores: lagosta assanhada e camarão ao rende-vouz, por exemplo. Os nomes, claro, combinam com o do restaurante.
Mais do que lembrar a marchinha carnavalesca homônima, composta por Klecius Caldas, o batismo Maria Escandalosa homenageia as fofoqueiras de Cumuruxatiba. “Elas falaram tão mal de mim que minha irmã sugeriu o nome”, conta Lene. “Uma dessas senhoras disse que eu era uma pistoleira. Aproveitei e criei a caipirinha pistoleira. Esta no cardápio”, indica, às gargalhadas.
ENDEREÇO: Estrada do Canta Galo, Km 3. Telefone: 8805-6273

Posted on 21st December 2008
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Sul da Bahia - Índios, papagaios que viram petisco e tigres negros


Sul da Bahia

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Índios, papagaios que viram petisco e tigres negros

corumbau Livro: Viagem ao Brasil retrata como era o sul da Bahia aos olhos do príncipe Wield Neuwied
Corria o ano de 1815. O príncipe de Wield Neuwied, de nacionalidade germânica, requisitou corte a corte portuguesa, instalada no Rio de Janeiro, permissão para uma expedição pela costa brasileira. Era um entusiasta da história natural e pretendia conhecer nossa flora e fauna. Ainda em 1815, iniciou a expedição, terminada em Salvador, dois anos depois. De volta à Europa levando com ele o indígena Qua escreveu Viagem ao Brasil, em que descreve o sul da Bahia. Alguns excertos:Sobre Prado: “(…) Os habitantes caçam tucanos e papagaios em grande quantidade, comendo-os nas festas como petiscos”.Sobre Cumuruxatiba: “(…) À curta distância das chocas ficava a Fazenda calcedônia, fundada sete anos atrás pelo inglês Charles Frazer. Este cavalheiro comprara cerca de 30 fortes negros para o cultivo da fazenda. Os índios das cercanias trabalharam para ele durante uns anos”.Sobre Corumbau: “(…) As margens eram freqüentadas só por garças e certas espécies de maçaricos e gaivotas, já que os aimorés ou botocudos expulsaram os habitantes com seus ferozes ataques”.Sobre Trancoso: “(…) Em 1813, a vila possuía cerca de 50 casas e 500 habitantes, todos índios, muitos dos quais de tez bronzeada muito escura, pois bem poucos portugueses aí residem, entre estes o padre, o escrivão e um mercador”.Sobre a região, em geral: “(…) Há selvas primitivas e impenetráveis, onde o rude pataxó e o machacari dividem a soberania com a onça e o tigre negro”.

Posted on 21st December 2008
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Sul da Bahia – A Bahia redescoberta - Trancoso

Sul da Bahia

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Sul da Bahia – A Bahia redescoberta

trancoso
Trancoso foi a primeira a cair no gosto dos viajantes exigentes. Agora você precisa conhecer a Praia do Espelho, Caraíva e Corumbau, entre outras preciosidades deste trecho do litoral baiano.
Há exatos 130 anos fez-se a luz.
Que fique bem claro: a luz elétrica. Daquela feita, se o leitor permite o trocadilho, o Brasil teve a idéia luminosa de logo aderir à novidade. Apenas um ano depois da invenção, as primeiras lâmpadas foram acesas numa estação de trem do Rio de Janeiro. No sul da Bahia, porém, a revolucionária criação de Thomas Edison demorou a pegar. E como. A Praia do Espelho conta com esse benefício há menos de duas décadas. Antes disso, devido ao isolamento, não dava nem para fazer um gato ou ligação clandestina, se o vulgo lhe incomoda. Corumbau só aposentou os lampiões quatro anos atrás. Em Caraíva, a luz elétrica é ainda mais recente. Completou o primeiro aniversário em junho. Não teve velinha de comemoração. As velas eram uma presença incômoda.
Seria tolice imaginar que outras vibrantes bolações da humanidade haveriam de permanecer às escuras no decorrer de décadas nesse litoral. Ainda assim, a rapidez das mudanças surpreende a quem descobre na Praia do Espelho uma pista de pouso maior que a do Aeroporto Santos Dumont, no Rio. Ou fica sabendo que as principais pousadas de Corumbau mereceram a capa das edições italiana e alemã da Elle, além de reportagens na Wallpaper e Tatler todas elas revistas para decorar mesa de centro de sala de visitas. Até a diminuta Caraíva (1.500 moradores), recém-saída do breu, caminha nessa direção. Abrira um condomínio fatiado entre artistas globais. Já Trancoso, que ainda não havia entrado nesta reportagem, é tão chique que a primeira ligação recebida por seu pioneiro orelhão veio de Paris.
trancoso1 Trancoso tornou-se o modelo para as demais praias dessa fração baiana. Todas querem ser Trancoso. Todas pretendem seguir sua bem-sucedida receita de misturar dois opostos o luxo e o simples sem entornar o caldo. O intento é manter a aparência caiçara e, ao mesmo tempo, elevar ao máximo o requinte e, muitas vezes, também os preços.
Pois bem, em meados dos anos 60, os moradores da vilinha fundada pelos jesuítas mal conheciam a moeda nacional. De manhã, soltavam as galinhas e as crianças. No fim da tarde, recolhiam. Eis que alguns anos depois surgem os hippies-chiques (os descolados) e os hippies de fato (os deslocados). Quase todos paulistas. Mesmo ainda sem o auxílio do orelhão, logo espalhou-se a notícia da existência de um lugar deslumbrante, escondido a 30 quilômetros de Porto Seguro.
A informação procedia. Não era apenas especulação, em hora tenha virado assunto de especuladores. Quase todos paulistas. Antes que eles pusessem a mão no bolso, os hippies-chiques, mais rápidos no gatilho, compraram as terras. Graças a esses hippies — agora bem mais chiques, embora ainda ripongas de coração, Trancoso manteve sua área nobre: o encantador Quadrado, com duas fileiras de coloridas casinhas de pescadores, sombreadas por amendoeiras e separadas por um largo, no topo de uma falésia. Do alto desse platô, divisa-se a praia, o mar e, ainda, o estuário de um riacho, irretocável locação para algum anúncio publicitário.

Posted on 21st December 2008
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