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40º aniversário da chegada do homem à Lua

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Às vésperas do 40º aniversário da chegada do homem à Lua, a tripulação da Apollo 11, responsável pelo feito histórico, irá se reencontrar. Neste domingo, Neil Armstrong, Michael Collins e Edwin Aldrin deverão participar de uma palestra conjunta no National Air and Space Museum, da Instituição Smithsonian, em Washington.

Esta pode ser a última vez que os astronautas se reúnem, uma vez que eles não se veem com frequência e já estão todos à beira de seus 80 anos. A tripulação da Apollo 11 não manteve vínculos de amizades mesmo após os longos dias de viagens até a Lua em que ficaram espremidos em uma nave espacial.

Certa vez, Aldrin classificou seus colegas espaciais como “amáveis estranhos”. É raro eles se ligarem. “Não vejo Neil ligando para Aldrin ou Michael, ao menos que tenha algum assunto a tratar”, disse o professor James Hansen, especialista em história e autor da biografia Primeiro Homem (2006).

O primeiro homem a pisar na Lua, Neil Armstrong, está apreensivo quanto a apresentar suas opiniões sobre os voos espaciais no próximo domingo, pois suas opiniões devem divergir das dos outros dois tripulantes convidados, segundo Hansen. Aldrin acredita que os astronautas não devem voltar para a Lua, mas sim planejar uma missão direto para Marte; já Neil pensa que é importante voltar para a Lua e “ensaiar” para Marte.

Garagem Camuflada no jardim

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Olha que maneiro esta garagem. Ela se camufla perfeitamente no chão do seu jardim. Não sei se tem como ter mais sensação de ser um Batman, um James Bond ou um Thunderbird. Neste último caso, se você tiver uma ilha e guardar um aerocar assim vai ser bem maneiro.

O sistema funciona com macacos hidráulicos acionados eletricamente, que levantam o chão, revelando o compartimento. É possível guardar até mais de um carro. Uma bela solução, tanto para os que precisam de espaço quanto para os que tem preocupações estéticas com a questão da garagem. O brinquedinho custa 67.000 dólares, mas conhecendo um pouco de mecânica você mesmo faz isso por 1 décimo do preço

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EDAG Light Car

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Em janeiro, falamos pela primeira vez do EDAG Light Car – Open Source, um carro-conceito que antecipava o futuro dos automóveis ao aproximá-los dos computadores, inclusive no que refere à possibilidade de configurá-lo de diferentes maneiras. Agora, voltamos a falar dele, mas com as fotos do veículo para mostrar que ele é mais real do que sua proposta fazia parecer.

Este veículo, conceitual, apresenta diversas tecnologias que deverão equipar os carros no futuro. A mais chamativa delas é a (O)LED, ou diodos orgânicos emissores de luz. Com ela, é possível ter um carro com diversas aparências diferentes em um só modelo. E a explicação é mais simples do que parece.

Toda a carroceria do carro é feita de material transparente. Seja de vidro, seja de Makrolon, o mesmo polímero que a Rinspeed usou para construir o eXasis. Sob a carroceria, nos painéis dianteiro e traseiro, toda a superfície é recoberta por (O)LEDs. Basta o motorista escolher como quer os faróis e lanternas para que o formato escolhido apareça quando o Light Car for ligado. Como a área de trabalho de um computador.

Com isso, quem gosta de uma aparência mais agressiva vai poder colocar faróis afilados. Quem prefere um estilo mais brincalhão, bom para paquerar no trânsito, também poderá mudar o formato dos faróis. Na traseira, o processo funciona do mesmo modo, ainda que o aspecto de segurança acabe sendo tão importante quanto o de estética. A tampa traseira toda pode servir para avisar aos motoristas dos carros de trás sobre emergências adiante. Se for necessário pisar forte no freio, por exemplo, toda a traseira pode se iluminar, emitindo inclusive símbolos que avisem sobre a natureza do problema.

Por dentro, os (O)LEDs também permitem configurar o painel de instrumentos em tamanho, posição e estilo. Quem gosta do conta-giros no meio do painel pode colocá-lo ali. Os mostradores podem ser analógicos, digitais, quadrados, arredondados… fica à escolha do freguês.

Com apenas 4 m de comprimento, o Light Car tem enormes 2,90 m de entreeixos. É quase como ter o espaço interno de um Chevrolet Omega dentro de um Renault Sandero. Isso se deve ao fato de que o carro-conceito não tem motor dianteiro. Nem traseiro. Nem mesmo central.

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Os motores (são quatro) ficam instalados dentro das rodas do Light Car, assim como acontece no Venturi Volage. Como se pode perceber, a tração do carro será elétrica, a exemplo do veículo monegasco. As baterias de íons de lítio darão ao Light Car 150 km de autonomia. Assim como no Volage, os motores do Light Car cuidarão de diversas funções ao mesmo tempo: esterçamento (pela diferença de rotação), frenagem (provavelmente regenerativa), suspensão e tração, evidentemente.

Estruturalmente, o chassi do Light Car será construído com uma nova fibra, chamada de ASA.TEC. Basáltica, ela é mais leve, mais barata e quase tão resistente quanto a fibra de carbono ou o alumínio, além de ser totalmente reciclável. Também tem uma fonte praticamente inesgotável, o que deve nos levar a ouvir falar bastante dela, no futuro.

Essa mesma estrutura traz um outro benefício aos fabricantes: ela pode ser usada com diversos tipos de carroceria. Apesar de o Light Car – Open Source ser um hatchback (até se confundindo com um monovolume), ele poderia ser uma picape, um sedã ou uma perua. Depende do que o fabricante quer que o veículo faça.

O “código aberto” a que o nome do carro se refere (open source) diz respeito às tecnologias oferecidas pela EDAG no Light Car. Elas estão à disposição de quem quiser utilizá-las em seus veículos e aperfeiçoá-las. É mais ou menos a mesma coisa que acontece com o sistema operacional Linux, por exemplo, e outros programas de computador. A idéia, segundo a empresa alemã, é ajudar o automóvel a acelerar sua evolução. E beneficiar consumidores e o planeta com um veículo seguro, confortável e ambientalmente correto. Tomara que a idéia pegue.