Quegi

Fotos,humor, noticias, atualidades…

Contran criou lei para regulamentar o engate no carro

Contran criou lei para regulamentar uso do dispositivo.
Acessório pode danificar o carro se for usado só como enfeite.

engate

O engate para reboque é uma peça cuja finalidade foi desvirtuada tempos atrás. Mas o seu objetivo principal ficou em segundo plano. O engate deixou de ser um equipamento para puxar reboques, carretinhas e trailer, entre outros, para ter uma figuração decorativa ou de proteção. Muita gente instalou o engate achando se tratar de uma defesa para a traseira do veículo em caso de colisões ou pequenas encostadas. Assim, o engate deixou de ser engate para passar a ser um protetor de pára-choque pintado na cor do carro.

O resultado, na prática, foi que, em caso de acidente, o estrago ficava maior, pois o engate afetava a estrutura do automóvel. Além disso, havia sempre o inconveniente de pedestres ou motociclistas se enroscando na peça e em alguns casos com machucados mais sérios. Quem apontou a estética como finalidade, não estava falando sério.
Outro detalhe muito importante é que com a adesão em massa de instalação desse equipamento como acessório figurativo, o engate deixou de ser fabricado e instalado corretamente. Quem fosse tentar rebocar uma carreta de verdade ficava na mão, pois o equipamento enfeite não tinha condições de puxar a carretinha mais simples. O acessório passou ainda a receber incrementos, como luzes de todos os tipos e cores.

O que diz a lei

Para colocar ordem no uso do engate, o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) criou uma legislação para regularizar o dispositivo. As normas editadas pelo Contran, por meio da Resolução 197, publicada em 31 de julho de 2006, e depois melhorada com a Resolução 234 de 11 de maio de 2007, foram definidas as regras. De acordo com a nova resolução, só pode ter engate os automóveis com até 3.500 kg, além disso é preciso que a capacidade de reboque tenha sido declarada pelo fabricante ou pelo importador.
Quem tem engate instalado no veículo, deve se atentar para quatro itens fundamentais:

1) Os equipamentos devem ter esfera maciça apropriada para o tracionamento de reboque e não podem ter formatos diferentes, como acontecia antes, com formas de peça de xadrez, cavalo, etc.

2) A tomada e instalação elétrica para a conexão do veículo rebocado deve estar operante, é preciso um dispositivo para fixação da corrente de segurança do reboque, além de ausência de superfícies cortantes e nada dispositivos de iluminação. Para quem realmente reboca carretinha, trailer ou barcos, tudo isso não é nenhuma novidade.
3) Já os fabricantes da peça devem estar registrados no Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro), o que comprova que o produto atende as especificações. Dentre as exigências, os engates devem ser fabricados com uma plaqueta inviolável contendo as seguintes informações: nome empresarial do fabricante com o respectivo CNPJ e identificação do registro concedido pelo Inmetro, além do modelo e capacidade máxima de tração do veículo ao qual se destina e também referência a Resolução 197 do Contran.
4) Os fabricantes e importadores de veículos devem informar ao Denatran os modelos dos veículos que possuem capacidade para tracionar reboque, além de incluir no manual do proprietário os pontos de fixação do engate e a capacidade máxima de tração do veículo.
Para saber os veículos autorizados, veja a lista divulgada pelo Denatran (clique aqui).

Perigo de multa

Com relação aos modelos que não podem usar o engate, não há questionamento e a proibição já é clara, uma vez que o próprio fabricante do carro não recomenda o uso.
É bom ficar atento, pois o proprietário que estiver com o engate em desacordo com as normas estará cometendo infração grave e pode levar uma multa no valor de R$ 127,69, receber cinco pontos na CNH (Carteira Nacional de Habilitação) e além disso ter o carro apreendido até a regularização.

Mercedes-Benz-modelo elétrico da smart

Mercedes-Benz
Smart elétrico será vendido ainda este ano
Carro deverá ser produzido em grande escala apenas em 2012

Os testes do modelo elétrico da smart – marca da Mercedes-Benz – acabaram e a pequena série especial do veículo ecologicamente correto será vendida até o final deste ano a clientes selecionados pela marca. O carro deverá ser produzido em grande escala e comercializado apenas em 2012.

De acordo com a smart, o desafio continua a ser a autonomia da bateria, fabricada pela Tesla Motors. As baterias podem ser recarregadas em tomada convencional de 220 volt por três horas para uma autonomia de 40 km, sendo que 8 horas de recarga garante

O modelo elétrico tem 41 cv e 120 Nm e possui arranque de 0 a 100 km/h em 6,5 segundos. A velocidade máxima é de 100 km/h. Quando for lançado em grande escala, o foco de vendas será nos Estados Unidos, Canadá e Europa.

Apesar de ser produzido na França, o desenvolvimento do veículo corresponde às expectativas do governo alemão que quer estimular as montadoras a desenvolver veículos elétricos, para o país atingir até 2020 um milhão de unidades em circulação. O objetivo da Alemanha é se tornar líder mundial em mobilidade elétrica. Para isso, o governo estimulará pesquisas e o desenvolvimento de novas baterias por meio de financiamentos à indústria.

MOTO COM AIRBAG E MARCHA RÉ

quegi.org

quegi.org

A Honda apresentou nos Estados Unidos a versão 2009 da sua estradeira Gold Wing 1800. O motor permanece o mesmo: 1832 cm cúbicos de cilindrada, OHC, 6 cilindradas, refrigerado à água de 2 válvulas por cilindro com comando SOHC e alimentado pelo sistema de injeção PGM-FI, capaz de gerar 118 cv de potência e andar na marcha ré, mas a motocicleta, que há tempos carrega o título de mais segura da categoria por oferecer airbag de série e freios ABS, além de outros equipamentos, agora vem também com sistema de navegação GPS, seis opções de cores, e pode contar ainda com sistema de monitoramento da pressão dos pneus (TPMS) e sistema de rádio XM. A versão ainda traz traz suspensão dianteira com cilindros internos de 45 mm e 140 mm de curso e o exclusivo sistema “Anti-Dive”, para reduzir a sensação de mergulho em frenagens, e câmbio de 05 marchas.
O computador de bordo vem com hodômetro total e dois parciais, relógio, regulagem da suspensão traseira e temperatura ambiente. O sistema de som (sim, esta moto tem um), é acionado no punho lateral esquerdo. Ideal para viagens longas, a GoldWing ainda oferece farol com regulagem eletrônica de altura, em que o piloto controla a posição do facho de luz e cruise control, sistema eletrônico que permite manter uma velocidade constante de cruzeiro.